O representante permanente do Irã nas Nações Unidas, Amir-Saeid Iravani, classificou os ataques conjuntos realizados pelos EUA e Israel como um crime de guerra, em uma reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU.
Iravani enfatizou que as justificativas apresentadas para esses ataques não possuem legitimidade no âmbito do direito internacional, acrescentando que alegações de ataque preventivo ou ameaças iminentes não são suficientes para justificar a agressão.
Reação do Irã
O presidente dos EUA, Donald Trump, havia divulgado um discurso pré-gravado após o início dos ataques, buscando justificar a operação como uma medida para proteger os interesses de segurança nacional dos EUA.
Em resposta, Iravani afirmou que o Irã continuará a exercer seu direito inerente de autodefesa, sem mencionar o líder supremo do país, aiatolá Ali Khamenei, cuja morte foi relatada por Trump e autoridades israelenses, mas negada por oficiais iranianos.
A reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU foi marcada por fortes declarações de condenação por parte do Irã, enquanto os EUA e Israel buscavam justificar suas ações como legítimas.
A situação no Oriente Médio permanece tensa, com o conflito entre os países envolvidos mostrando poucos sinais de arrefecimento, o que preocupa a comunidade internacional.




