A situação judicial da influenciadora Rayane Figliuzzi ganhou um novo capítulo com a proposta de acordo do Ministério Público. O órgão apresentou oficialmente um acordo de não persecução penal no dia 11 de março, após uma operação que interditou o estabelecimento em dezembro de 2025, devido a denúncias de clientes.
O acordo oferecido pelo Ministério Público determinou duas condições principais: Rayane Figliuzzi deverá confessar a prática do ato descrito na denúncia e pagar uma pena pecuniária de R$ 50 mil. Além disso, a proposta também incluiu prestação de serviços comunitários durante um ano, com carga semanal de seis horas.
Consequências do acordo
Caso aceite todas as condições e cumpra integralmente o acordo, a influenciadora poderá evitar o andamento do processo penal no qual figura como ré e também uma eventual condenação. O juiz responsável pelo caso deverá marcar uma audiência para apresentar formalmente o acordo e analisará a legalidade da proposta.
A investigação começou após a interdição da clínica de estética e bronzeamento ligada à influenciadora no Rio de Janeiro. De acordo com a denúncia do Ministério Público, agentes encontraram produtos usados e mal acondicionados no depósito do estabelecimento, além de frascos e equipamentos sem identificação e material infectante descartado de forma inadequada.





