Um silêncio profundo tomou conta do mundo do pagode na última sexta-feira, 17 de abril, com a notícia da morte de Robson Silva de Oliveira, conhecido como Binho Percussão, um nome que ecoa respeito e admiração entre os apaixonados por esse gênero musical.
Com 55 anos, Binho Percussão deixou um legado indelével como integrante do grupo Pique Novo, onde sua percussão habilidosa e energia contagiante marcaram presença em inúmeros espetáculos. A confirmação de sua morte veio através das redes sociais da banda, desencadeando uma onda de tristeza entre fãs e amigos.
Uma carreira marcada pela paixão e dedicação
Binho Percussão não era apenas um músico talentoso, mas também um verdadeiro guardião da essência do samba e do pagode. Sua contribuição para a identidade sonora do Pique Novo foi fundamental, ajudando a catapultar o grupo ao sucesso e ao reconhecimento no cenário musical.
Além de seu trabalho com o Pique Novo, Binho Percussão também teve um papel de destaque no carnaval, como ritmista da tradicional escola de samba Beija-Flor de Nilópolis. Essa conexão com as raízes do samba carioca enriqueceu ainda mais sua já expressiva contribuição para a música brasileira.
Desde 2025, Binho Percussão enfrentava desafios de saúde que o afastaram dos palcos, após sofrer uma lesão na coluna que o levou a usar uma cadeira de rodas. No entanto, a causa de sua morte ainda não foi divulgada. Seu legado, no entanto, permanecerá vivo, inspirando novas gerações de músicos e fãs de samba e pagode.





