Um vídeo que circula nas redes sociais mostra um funcionário vendendo itens que teriam sido utilizados pela banda Deftones durante sua apresentação no Lollapalooza Brasil, incluindo setlists e palhetas.
Os objetos oferecidos não estavam autografados e não tinham autorização para comercialização, o que gerou indignação entre os fãs que presenciaram a situação. A reação imediata do público foi de questionamento sobre a legitimidade da venda e a origem dos itens, que teriam sido retirados do backstage do evento.
Controle de materiais nos bastidores
O caso levanta questionamentos sobre o controle de materiais nos bastidores de grandes festivais e sobre o destino de objetos tradicionalmente valorizados por fãs. Setlists e palhetas, mesmo sem assinatura, costumam ser tratados como itens de memória afetiva, frequentemente distribuídos de forma espontânea por artistas ou equipes ao fim das apresentações, e não comercializados por intermediários.
Até o momento, não houve posicionamento oficial da organização do Lollapalooza Brasil sobre o episódio, nem confirmação pública sobre a identificação do funcionário envolvido. O mercado informal e o acesso desigual a itens de backstage são uma discussão recorrente no universo de grandes eventos, onde objetos que deveriam ser descartados, guardados pela produção ou entregues diretamente a fãs acabam circulando de maneira informal.
Consequências da venda irregular
Essa prática, quando não autorizada, pode configurar quebra de protocolo interno e até violação de regras contratuais entre produção, artistas e equipes técnicas. Além disso, interfere na experiência do público, criando um cenário em que o acesso a lembranças do show deixa de ser espontâneo e passa a depender de negociação.





