O futebolista Lionel Messi está no centro de um processo judicial nos Estados Unidos, após sua ausência em um amistoso da seleção argentina contra a Venezuela, realizado em Miami no ano passado.
A empresa Vid Music Group move a ação contra Messi e a Associação de Futebol Argentino (AFA), acusando-os de fraude e quebra de contrato. De acordo com os autos, a empresa pagou cerca de US$ 7 milhões para garantir os direitos de promoção de dois amistosos, com a condição de que Messi atuasse por pelo menos 30 minutos em cada partida, desde que estivesse apto fisicamente.
Ausência e prejuízos
No entanto, Messi não entrou em campo contra a Venezuela e assistiu ao jogo de um camarote. Isso gerou insatisfação nos organizadores, que também destacam que o jogador participou normalmente de uma partida pelo Inter Miami no dia seguinte.
A empresa afirma ter acumulado prejuízos milionários, especialmente com a queda na venda de ingressos. O valor total da indenização não foi detalhado no processo. O caso segue na Justiça americana e pode trazer novos desdobramentos, levantando discussões sobre contratos, expectativas comerciais e o peso da presença — ou ausência — de grandes estrelas no futebol mundial.
Essa situação destaca a complexidade dos contratos no esporte e como a presença de jogadores de alto nível pode impactar significativamente os resultados financeiros de eventos esportivos. A decisão final do tribunal terá implicações importantes para o futebol e para a gestão de celebridades esportivas.





